À que me faz o ímpeto.

Olho-a, e toma-me o desejo,
De apresentá-la à palavras,
mas não palavras apenas,
nem palavras amenas.

Simplesmente palavras,
palavras de dentro
palavras ao vento
ao relento,
à vontade.
Frutos da espontaneidade,
que causaste em meu ser.

Palavras, meras palavras.
serão proferidas, senão,
hão de tornar-se feridas, mais delas,
em meu coração.

Me sentindo um nada,
deposito em ti meu todo.
Joga-me água, que apaga
esse fogo,se ele arder.

Obrigado fonte dos meus sentimentos,
por ofertar-me o que acalento.
Porque mesmo se tivesse tudo,
Sem meus versos, nada eu teria.

02/12/2010

Comentários

  1. Nada como grandes pessoas em nossas vidas para inspirar grandes escritos, que diga-se de passagem é dom de poucos e você o tem com grande amor.Assim vejo.Belíssimo!

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