Soneto da Incerteza
-Ah minha querida, ó quão eu queria,
contar-te o que penso, sincero.
Mas antes, que aprender eu teria,
a desvendar seu olhar, tão belo.
Eu hei de questionar-te, pensativo...
E após tudo, não tanto, mas intenso,
que pude ver, desse olhar cognitivo,
Afirmo, por ti um amor imenso.
mas de que serve abrir-se tanto,
se desse olhar que tanto quero,
Eu só pude viver o encanto?
E vou levando, assim espero...
foi esperando, perdi meu pranto.
ao ver de longe, seu olhar sincero.
Davide Magni, 22/04/2010
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir