A consciência, o vento e a música.




Quer mais próximo que o vento?
Ao entrar gelado e esfriar o ar.
Ao varrer o pó que cobria o disco,
Do mestre saudoso Vinícius,
deixado sob a mesa, a empoeirar.

Ou mais companheira, a música?
que como o vento esfria,
a cuca quando ela queimar.
Que entra na mente e fabrica;
O sonho gostoso que vamos sonhar.

Quer segunda mãe? Consciência.
Que como escrava trabalha,
E do fundo resgata;
Os sábios conselhos, as belas palavras,
Que só meus pais souberam falar.

Por fim, hoje durmo em paz.
pois de dar valor, fui capaz,
Ao pouco que agora, que hoje me sobra;
A consciência, o vento,  a música.

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