Monólogo inseguro

Senti fome no peito
Num repente.
Nele borbulha sangue,
Dilatam-se artérias.
Falta ou ausência?
Não minta.
Saudade, diz a mente.
Ao peito que nao tira férias.
Mágoa ou dormência?
Dúvida frequente.
Malditos peito e mente,
Nao tiveram a decência.
De me elucidar.
Dúvida sempre.
Monólogo confuso
Eu

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